PPPS: ECONOMISTA DEFENDE FIM DO PECADO POR TRAZ DO LUCRO
Apesar de todos os avanços, as Parcerias Público-Privadas (PPPs) ainda sofrem com o preconceito sobre a rentabilidade de uma obra. Em palestra promovida pela Sobratema, no Construction Congresso, o economista Gabriel Muricca Galípolo, da Galípolo Consultoria, disse que é preciso “tirar o pecado que se vê por traz do lucro”. “É o concessionário que decide quanto vai gastar e como ele vai conseguir o seu ganho. O governo não deve cercear a criatividade e a lucratividade do setor privado. Isso é um viés antigo. Enquanto isso não mudar, a infraestrutura do País não avança”, disse o economista.

Para Galípolo, o governo deve se preocupar apenas em garantir a concorrência para a concessão de obras públicas e com a compatibilidade financeira do valor que será repassado à empresa que vencer a disputa. Feito isso, segundo ele, será possível perceber as vantagens das PPPs: pagamento de contraprestação apenas quando a obra estiver em funcionamento; fim dos custos com desenvolvimento de projeto de engenharia, licenças ambientais, captação de recursos e licitações; maior eficiência com a possibilidade de financiamento; e maior segurança contratual.

Dentro das iniciativas do setor privado para atingir o ganho pretendido, o engenheiro e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luis Otávio Cocito Araújo, apontou o aumento da produtividade, que pode ser conseguido a partir de uma melhor gestão. “Não adianta culpar a falta de mão de obra qualificada. É preciso acompanhar a rotina dos colaboradores e, a partir daí, estabelecer novos procedimentos”, explica. Segundo ele, não é incomum que apenas 22% da jornada diária de trabalho seja efetivamente dedicada ao serviço.
Aproveite para visitar também:
Visite o Site Visite o Site
APOIO
Entidades

Mídia
Realização:
Local:
Sobratema - Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj 401 - Água Branca - CEP 05001-000 - São Paulo/SP - Tel. 11 3662-4159 - Fax. 11 3662-2192
sobratema@sobratema.org.br