IBEC SUGERE ORIENTAÇÃO TÉCNICA PARA CUSTOS EM OBRAS PÚBLICAS
O engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias, presidente do Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (Ibec), em sua palestra no Construction Congresso, destacou o trabalho desenvolvido pela entidade que visa estabelecer parâmetros básicos para orientar órgãos públicos federais, estaduais e municipais na elaboração de orçamentos de referência das licitações públicas de obras e serviços de engenharia. Segundo ele, o documento apresentado ao governo se baseia em conceitos e técnicas de engenharia de custos e tem plenas condições de emprego imediato.

De acordo com Vilela, não é possível mais conviver com a situação atual em que, frequentemente, os preços de referência não cobrem os custos das empresas. Como o próprio nome diz, o preço de referência representa uma estimativa de custo em que se deveria considerar, necessariamente, uma margem de erro. O engenheiro explica que, em geral, esse preço tende a estar 28% abaixo do verdadeiro custo das construtoras. Conforme ele, a margem de erro a ser considerada deve ser de 5%, em projetos executivos, e de 10% a 15%, para os projetos básicos.
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