BRASIL AINDA NÃO USA TESTE DE EMISSÃO ACÚSTICA PARA OBRAS DE ARTE
Uma das técnicas de ensaio não destrutivo (END) que está entre as mais completas e precisas, a emissão acústica ainda não é aplicada em testes de integridade física de obras de arte no Brasil, de acordo com informação fornecida, durante o Construction Congresso, por Amilton Carvalhal, diretor de aplicações da empresa Physical Acoustics South America (Pasa).

Essa técnica está fundamentada na detecção de ondas transientes geradas pelo processo de degradação do material. Esses sinais, ou ondas de tensão, são gerados quando o material é submetido a tensões mecânicas.

O engenheiro afirma que na Argentina, por exemplo, o teste já ajuda amplamente a detectar possíveis falhas ou comprometimentos estruturais, impedindo que acidentes aconteçam com obras de arte e outras estruturas de concreto.

Outro tipo de END que poderia ser mais empregado no país, segundo Carvalhal, é o monitoramento contínuo remoto baseado com transmissão de dados via Internet. Ele facilita avaliar defeitos em equipamentos em diferentes condições operacionais, possibilitando interação on-line para tomada de decisões de intervenção, retirada ou continuidade operacional. O engenheiro cita como exemplo de utilização dessa técnica um porto de carregamento de minério de ferro, da Vale, localizado no Maranhão, que ampliou para 100% o seu índice de monitoramento da viga-caixão que sustenta o equipamento de carregamento de minério.
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